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Mas eu sou como uma oliveira que floresce na casa de Deus; confio no amor de
Deus para todo o sempre. Salmo 52:8

terça-feira, 20 de julho de 2010

Um mês de Vitória em casa

 
Nossa amada Vitória está há um mês em casa conosco, e graças a Deus está super bem adaptada! A impressão é de que ela sempre esteve aqui, e o tempo no hospital foi apenas uma viagem longa e cansativa, mas necessária, feita muito tempo atrás. Temos buscado proporcionar a ela o máximo de carinho e conforto. Coisas talvez que todo bebê tem direito, como dormir tranquila sem interrupções, ser acalentada pela mamãe durante a noite quando acorda assustada, tomar um banho bem quentinho e demorado para depois descansar, sem preocupação com horários rígidos...
São quatro semanas sem agulhas picando suas mãozinhas para colher sangue às 6 horas da manhã, sem aparelhos para medir pressão ou estetoscópios frios na sua pele quentinha, sem oxímetros apitando pra tudo que é lado... o tempo no hospital foi necessário e importante para ela, mas como é bom saber que tudo valeu a pena e agora ela está em casa!

Ela está tendo muitos progressos. Está mamando muito melhor, nunca mais vomitou, está mais "falante", conseguindo chorar mais, e a região da cirurgia já está praticamente cicatrizada, de forma surpreendente.

Sexta-feira passada, saímos de casa pela primeira vez com ela, para levá-la ao médico. Ficamos um pouco tensos. Fazia muito frio e caía uma garoa chata e insistente. E, claro, tinha trânsito em São Paulo. Fizemos um pacotinho de Vitória com muitas e muitas camadas de cobertores para enfrentar o frio. Ela ficou super tranquila no carro, com um sorrisinho discreto nos lábios. Deu tudo certo e na volta pra casa já estávamos mais relaxados. Ela chegou em casa bem quentinha, sã e salva, graças a Deus!

Agradecemos muito a Deus por esse primeiro mês com a Vitória em casa. Por esse primeiro mês de muitas vitórias. Pelos melhores dias de nossas vidas, e pelos que ainda virão!

Tomando sol na janela de casa, no seu carrinho

Ela adora dormir com a mãozinha segurando o lençol...

...ou escondendo o rosto em uma fraldinha.


Gosta de ser mimada pelas vovós...


...e de também fazer um charminho para elas.

"Sou da vovó"... de qual delas? Pode ser um pé pra cada uma?

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Poema para Vitória


Recebemos há algumas semanas uma linda carta da tia Tá com palavras encorajadoras. Ficamos muito felizes e também adoramos o lindo poema que ela escreveu para a Vitória. Querida tia Tá, muito obrigada!

Aproveitando que a Vitória completou ontem meio ano de vida, aqui está o poema com algumas fotinhos da nossa amada filha.





Vitória

Vitória, nome de muito poder
De Cristo, é maravilhoso
Mesmo com tuas diferenças
Deus se faz muito zeloso

Menina amada e desejada
És rica de muitos amores
Que nas tuas primaveras
Sejas um jardim de flores

Vitória, linda criatura
Vieste para nos ensinar
Que com amor e ternura
Podemos tudo superar

Superação que com certeza
Teus pais sabem demonstrar
Pois desde a tua fecundação
És uma estrela a brilhar

Vitória, és para a medicina
Uma grande sinfonia
Torcemos para que as notas
Sejam tocadas em harmonia

Orquestra esta que tem Deus
Como seu maestro maior
Regendo com sabedoria
E a ciência fazendo o melhor

Só assim continuaremos
Cantando com muita emoção
Pelas vitórias já obtidas
E por todas que virão

Antonieta Halim (tia Tá)




terça-feira, 13 de julho de 2010

6 meses com a Vitória nos braços e um bilhete do céu

Saindo Jesus dali, dois cegos o seguiram, clamando: "Filho de Davi, tem misericórdia de nós!"
Entrando ele em casa, os cegos se aproximaram, e ele lhes perguntou: "Vocês crêem que eu sou capaz de fazer isso?" Eles responderam: "Sim, Senhor!"
E ele, tocando nos olhos deles, disse: "Que lhes seja feito segundo a fé que vocês têm!" E a visão deles foi restaurada.  
Mateus 9:28-30a

  
"Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos". 
Hebreus 11:1


Então Jesus disse ao centurião: "Vá! Como você creu, assim lhe acontecerá! " Na mesma hora o seu servo foi curado. Mateus 8:13


Ele perguntou: "Por que vocês estão com tanto medo, homens de pequena fé ?" Então ele se levantou e repreendeu os ventos e o mar, e fez-se completa bonança. Mateus 8:26


Hoje nossa querida completa seis meses de VIDA!

Mas afinal, o que é a vida? Existe um sentido mais amplo do que simplesmente um coração que bate fazendo o corpo funcionar, mesmo que se trate de um bebê que lutou muito para esse coração bater.  Desde que ela nasceu e chorou um lindo chorinho engasgado que a vida tem se mostrado para ela na sua forma mais intensa, cheia de lutas, desafios, momentos de extrema paz seguidos de momentos de dor e sofrimento. Dificuldades imprevistas, recaídas desgastantes seguidas de grandes vitórias e incríveis conquistas, rodeadas por lágrimas, orações e riso.

Acreditamos que desde que ela nasceu Deus tem enviado legiões de anjos para protegê-la em meio a todos os desafios que enfrentou, enquanto nós a cercamos com nossas orações e com nosso amor.  Mas desta vez este "aniversário" tem um sabor diferente. A Vitória está em casa conosco. Enquanto escrevo, paro de vez em quando para ir até seu quarto espiá-la dormindo. Posso a qualquer momento pegá-la no colo e dizer que a amo muito. Ela é minha filha e está aqui pertinho de mim.

Desde que soubemos da sua existência, na sexta semana de gestação, nunca tivemos a sensação de tê-la totalmente em nossos braços. Quando descobri que estava grávida, estava tendo alguns sangramentos, e minha médica alertou que talvez já tivesse sofrido um aborto espontâneo sem perceber. No dia seguinte, fiz um ultrassom e ouvi maravilhada um coração batendo rapidamente dentro de um embriãozinho de 0,58 cm. Mas os sangramentos continuaram, de forma que tudo que ouvíamos era: precisamos aguardar. Ninguém podia nos dar a certeza de que o bebê estava bem e a gestação seguiria em frente. Quando os sangramentos finalmente cessaram, pensamos: agora vamos poder curtir a gravidez e sonhar com nosso bebê. Mas então veio o difícil diagnóstico. Seu bebê tem acrania, um problema grave que vai se transformar em anencefalia ao longo da gestação. Talvez consiga sobreviver dentro do seu útero porque seu corpo faz todas as funções vitais para ele, mas quando nascer ele vai morrer.

Logo fomos consultar um renomado especialista em medicina fetal. Após realizar uma ultrassonografia detalhada, ele nos informou que o feto era do sexo feminino, e começou a discorrer dados estatísticos sobre a incidência do problema. Ele nos questionou sobre o que havíamos decidido, e ouviu de nós que seguiríamos normalmente a gestação. Dissemos que éramos cristãos e acreditávamos em milagres. Lembro da sua voz segura, com palavras bem pronunciadas, na sala escura e gelada. Ele nos afirmou que a acrania era uma malformação  incompatível com a vida, a morte era certa, e o melhor mesmo era antecipar o parto, antecipar o inevitável. "Uma hora a sua ficha vai cair", disse ele. Cada palavra que ouvíamos eram como pedras afiadas tentando derrubar a muralha de fé que construímos para nos proteger daquela grande tormenta. Saí de lá às lágrimas, com o Marcelo me abraçando e me consolando. Era um dia frio de julho, cinza e chuvoso. Entramos no carro e fizemos uma oração, pedindo que Deus nos desse forças para continuar crendo. No dia seguinte, o Marcelo foi demitido do emprego inesperadamente, o que agravou ainda mais a grande tormenta que enfrentávamos.
Seguimos em frente totalmente pela fé. Não havia garantia alguma, mas por amor à nossa filha, e pelas promessas de Jesus, decidimos acreditar no impossível. Toda vez que via uma mãe carregando seu bebezinho no colo, tinha que conter as lágrimas, pensando se algum dia teria o privilégio de carregar minha filha em meus braços. O tempo todo, porém, sentíamos que estávamos nos braços de Deus, recebendo forças e consolo, e por isso nunca permitimos que ressentimento ou revolta nos invadissem.

A fé foi em muitos momentos mais uma decisão do que um sentimento. Tivemos medo, choramos, pensamos em todas as possibilidades. E se a previsão dos médicos se cumprisse? Mas decidimos acreditar, e agimos conforme a nossa fé. Preparamos o enxoval e fizemos um chá de bebê organizado por duas amigas muito queridas, quando ganhamos muitas fraldas, roupinhas, produtos de higiene, até mesmo shampoo e condicionador. Será que vamos usar shampoo numa criança sem crânio? Nossa decisão foi a de crer num milagre e todos se uniram a nós nesse ato de fé. Ganhamos até mesmo um berço e a cadeirinha para o carro, roupas tamanho M, G... Gastamos parte de nossas economias comprando o que faltava para o enxolval: lençóis, toalhas, mantas, tudo da melhor qualidade. À medida que agíamos pela fé, nosso coração também era fortalecido e recebíamos uma alegria e uma paz inexplicáveis vindas de Deus. Um dia antes do parto, ainda compramos algo que faltava para a malinha da maternidade: uma escovinha de cabelos.

Quando ela nasceu, e a vimos tão frágil, com a cabecinha toda aberta, pensamos que talvez havíamos sido teimosos demais nas nossas orações. Agora era o momento de fazer a oração de Jesus: Pai, que seja feita a tua vontade e não a nossa. Mas para nossa surpresa, mesmo com a ausência do crânio e com uma malformação cerebral grave, Deus permitiu que a Vitória continuasse vivendo. Nos primeiros dias, todos nos alertavam que ela poderia morrer a qualquer momento, devido ao alto risco de infecção, ou por falência, pelo fato de o cérebro não conseguir enviar os comandos para o corpo desempenhar as funções vitais. Sempre foi muito difícil aceitarmos isto. Nunca a tivemos totalmente em nossos braços, mas nunca deixamos de segurar firme a sua mão.

A Vitória enfrentou muitas infecções, anemias, dificuldades para ganhar peso. A cada nova infecção éramos confrontados com a sua fragilidade. Passávamos todos os dias no hospital com ela, sempre rodeados de enfermeiras e médicos. Só quem já passou pela experiência de ter um bebê na UTI Neonatal sabe o sentimento que é ter um filho, mas não senti-lo totalmente seu. Em alguns momentos parece que ele é mais do hospital do que nosso. O tempo todo o bebê é monitorado, e em alguns períodos, fica tão cheio de fios conectados para os mais diversos controles que temos até medo de pegá-lo no colo, trocar uma fralda, dar banho... precisamos pedir ajuda o tempo todo e às vezes até mesmo permissão para mexer no bebê, afinal ele inspira certos cuidados especiais para os quais não estamos preparados.

Quando surgiu a possibilidade de uma cirurgia para correção da calota craniana, algo nunca feito antes, todos os médicos que a acompanhavam, apesar de torcerem muito para que tudo desse certo, foram honestos conosco, dizendo que não podiam nos garantir que ela sobreviveria a um procedimento tão invasivo.
Mas graças a Deus o tempo passou, ela superou as infecções, cresceu, fez a cirurgia, da qual se recuperou com muito sucesso, e finalmente no dia 21 de junho ela recebeu alta. Após uma semana repetindo os exames de sangue, a pediatra dela, a Dra. Silvia, veio me dizer, sorrindo, que ela estava bem e iria finalmente receber alta. Nenhuma de nós parecia acreditar! Deram um banho nela para colocar a roupinha especial para ir para casa, e pude pegá-la no colo finalmente sem nenhum fio preso ao seu corpinho. Ela estava livre, pronta para ir para casa!

Fui encontrar o Marcelo e minha sogra, que seguiram para o hospital assim que souberam da alta. Instalamos a cadeirinha no carro, e o Marcelo foi assinar os papéis na tesouraria, enquanto eu fui arrumar as coisas dela que faltavam. Quando nos encontramos novamente, uma surpresa. O Marcelo encontrou no bolso da sua calça, que ele havia comprado há poucas semanas, um cartão amarrotado. Era o cartão com o telefone daquele médico especialista em medicina fetal, que havia feita aquele exame um ano atrás, lá no começo da gravidez, naquele dia tão difícil. Não sabemos como aquele cartão foi parar lá, no bolso de uma calça nova! Talvez tenha caído do bolso do casaco que ele estava usando, mas o casaco também já havia ido para a lavanderia algumas vezes ao longo de um ano. Para nós, esse cartão foi um lembrete bem-humorado de Deus, mostrando a sua fidelidade. Ele é mais poderoso e digno de confiança que o maior especialista em qualquer assunto. Senti como se Deus estivesse nos dizendo: mesmo que os homens nunca tenham lhes dado garantia alguma, agora eu dou: A Vitória é de vocês.
E com muita emoção a recebi em meus braços para levá-la para casa.


Obs. após a cirurgia de correção da calota craniana a que ela foi submetida, começaram a surgir lindos cabelinhos castanhos na pele que foi esticada para fechar a região aberta da cabeça. Cabelinhos que, todos os dias, durante o banho, lavamos com shampoo e depois penteamos cuidadosamente com uma escovinha, agradecendo a Deus.

sábado, 10 de julho de 2010

Querida tia Dalila, parabéns!


Querida tia Dalila!

Parabéns! Você é muito especial. Desejo que Deus te abençoe com muita saúde e alegria. Obrigada pelas suas visitas quando eu estava no hospital, e por todos os beijinhos que você sempre me mandou, desde quando eu ainda estava na barriga da mamãe.

Eu adoraria estar com você hoje à noite e comer uma pizza com bastante queijo para comemorar, mas como eu ainda não posso comer pizza, e também preciso ficar em casa tomando leite e ficando mais forte antes de poder sair de casa, vou comemorar aqui no blog mesmo.  :-)

Feliz aniversário!

Um beijo com carinho,
Vitória



quinta-feira, 8 de julho de 2010

Aprendendo a agradecer

"Todos os seus filhos serão ensinados pelo Senhor, e grande será a paz de suas crianças." Isaías 54:13


"Senhor, tu estabeleces a paz para nós; tudo o que alcançamos, fizeste-o para nós." Isaías 26:12


"Bendiga o Senhor a minha alma! Não esqueça nenhuma de suas bênçãos!" Salmo 103:2


"Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus". I Tessalonicenses 5:18


"Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque em ti confia. Confiem para sempre no Senhor, pois o Senhor, somente o Senhor, é a Rocha eterna". Isaías 26:3
 
Há certas coisas que só aprendemos a dar valor quando sentimos falta. É próprio do ser humano, não adianta. Nos damos o direito de reclamar de coisas pequenas e sem valor, até percebemos que existem problemas muito maiores do que aqueles insignificantes que antes nos incomodavam tanto. Assim também aconteceu conosco. Antes de nossa amada Vitória chegar em nossas vidas, éramos muito mal-agradecidos, infelizmente. Com a vida dela, Deus tem nos ensinado tantas coisas! Durante a  sua gestação, recebemos um convite de Deus para reaprender a ver a vida - com os óculos da gratidão. Em vez de nos lamentarmos porque nosso bebezinho tinha um problema incompatível com a vida, percebemos que poderíamos agradecer por ela estar viva, pelo privilégio de podermos ter filhos, pela vida única e especial que havíamos gerado, pela alegria de termos um casamento feliz, pelo consolo que encontrávamos em Deus, nos amigos e familiares queridos... Durante a gestação, o Marcelo ficou desempregado. Foi mais um golpe duro da vida. Mas novamente buscamos socorro em Deus, e Ele nos mostrou que, mesmo assim podíamos agradecer porque nada de essencial estava faltando, estávamos vivos, tínhamos saúde, podíamos trabalhar, lutar, perseverar, e tempos melhores viriam, com certeza.

Quando nossa pequena nasceu, ficamos felizes porque Deus nos dera forças para chegar até ali, cumprindo nossa missão de amá-la e protegê-la durante nove meses. Depois, ela foi direto para a UTI e nos alegramos porque pudemos conhecê-la e passar muitos momentos especiais com ela. A maioria dos casais que têm um bebê com o mesmo problema consegue desfrutar apenas algumas poucas horas com seu bebê. Éramos privilegiados. O tempo foi passando e ela continuou internada. Mas estávamos no lucro, afinal, ela estava no hospital porque estava viva! Mesmo que as coisas às vezes não estivessem como gostaríamos - nossa amada filha enfrentou momentos tão difícies, várias infecções, transfusões de sangue, dias em que não conseguia respirar direito e seu coração ficava mais fraco, sentia dor... mas ainda assim seu coração batia, ainda assim ela estava viva e poderia melhorar... e melhorou!

Ela passou cinco meses dentro do hospital, e nós passamos esse tempo todo lá também. Por mais que voltássemos para casa todos os dias, era como se a vida não tivesse muita graça fora do hospital. De que adiantava sair para passear num lindo dia de sol, se nossa pequena não podia estar conosco? Para nós era mais interessante passar o dia com ela, numa salinha gelada da UTI. E foi o que fizemos, com muita alegria.

E após cinco meses vivendo dentro de um hospital, que gratidão em podermos estar em casa! Uma simples tarde corriqueira dentro de casa tem um sabor especial. Abrir a janela, sentir uma brisa suave e deixar o sol entrar, poder tomar um cafezinho, fazer um lanche, e olhar para o lado e ver que nossa filha está perto, e bem. Deixá-la dormindo no seu berço, ou no carrinho, e também tirar um cochilo ao lado dela, é algo maravilhoso que nunca tínhamos feito nestes cinco meses. Acordar no meio da noite ouvindo-a nos chamar, reclamando por alguma coisa, pegá-la no colo e acalentá-la, são momentos preciosos pelos quais muito aguardamos. Acreditamos que ela também aguardou muito por estes momentos e enfrentou todos os desafios, lutando firme pela vida, para poder sair do hospital e ir para sua casa ficar com sua família. Ela também sabe, desde pequeninha, o valor das pequenas coisas.

Diante de tudo isso, só podemos exclamar: Como Deus é bom! Ele ouve nossas orações, se compadece com as nossas dores, luta junto conosco, nos dá forças nos dias difíceis e nos dá a vitória em todas as batalhas da vida -  quando deixamos que Ele vá à nossa frente nos guiando. Ele nos deu a Vitória com vida.
Ele tem nos ensinado amorosamente a ter gratidão pelas pequenas coisas. Ele tem nos ensinado o que é ser feliz.

Muito obrigado, Senhor!

sábado, 3 de julho de 2010

Orações pela amiguinha Lorena

Queridos amigos,

Gostaria de pedir orações pela Lorena, uma amiguinha da Vitória que nasceu dia 27 de abril, aos 7 meses e gestação, e está internada no Santa Joana. A Lorena recebeu durante a gestação o diagnóstico de holoprosencefalia, uma mal-formação cerebral num grau incompatível com a vida, segundo a medicina. Mas seus pais decidiram confiar em Deus e, com muita fé e amor, lutar pela sua vida. E Deus os tem abençoado imensamente com o milagre de uma linda bebezinha tranquila e guerreira, que nasceu cheia de vida e vem enfrentando e vencendo muitos desafios todo esse tempo!

Vamos orar, no nome de Jesus, pela vida da Lorena, para que o Senhor venha fortalecê-la e trazer recuperação total, para que logo ela esteja em casa com a mamãe Angela, com o papai e sua irmãzinha Laura. E que o Senhor venha consolar e sustentar a Angela e seu marido, dando muita fortaleza e ânimo para enfrentarem a rotina desgastante de estar com sua filha na UTI. Amém.

Quem quiser entrar em contato com a Angela para oferecer encorajamento, seu e-mail é anjocmb@bol.com.br

Com amor,
Marcelo, Joana e Vitória de Cristo
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